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sábado, 3 de outubro de 2020

ANIVERSÁRIO Mês de setembro, dia 11 é a data de aniversário do poeta Guaipuan Vieira. São 45 anos produzindo literatura de cordel. Em 2020, respeitando as normas do Ministério da Saúde, recebeu em sua residência a visita do grupo musical Os Coroas de Maracanaú. Comemorou com a família a passagem dos seus 69 janeiros, ao som de muito forró. O poeta compõe a equipe de locutores da rádio Pitaguary e da rádio Poran, e pertence ABLC -Academia Brasileira de Literarura de Cordel. Parabéns, Guaipuan! Vida longa e muita poesia.

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

NÃO DÊ CARONA AO CORONA Autor: Gerardo Carvalho Frota (PARDAL) Tenho que ser mais ligeiro/ Do que um vírus traiçoeiro/ Que apareceu pelo mundo./ U’a doença ele promove/ É a Convid-19/ E seu ataque é profundo!/ É muito certa a história/ Que a via respiratória / Ele costuma atacar./ Se não tiver imunidade/ É esta a pura verdade:/ O bicho pode matar.../ Onde age este infeliz? / Nos olhos boca e nariz / Ele atua principalmente. / As gotinhas que expelirem / Ao espirrarem ou tossirem/ Podem contaminar a gente.../ Gotinhas podem conter/ Mihões de vírus e ser/ Capazes de transmitir./ Pro outro que está ao lado/ Por isso tenha cuidado/ Ao espirrar ou tossir./ Ele pega pelo ares/ Nas mesas e celulares/ Computadores teclados./ Vá limpando tudo isso / Pois temos o compromisso / De não sermos atacados.../ Distância de metro e meio/ Deve ser o entremeio / Em uma aglomeração./ Se há pessoa infectada / Sem ser diagnosticada / Já pode haver transmissão... / Tão inventando na China / Um remédio ou uma vacina/ Pra esta coisa parar./ Por enquanto só cuidado / Porque esse bicho danado Tá botando é pra matar/ Como manter a distância / E também a vigilância/ Contra este vírus terrível? / Lave com água e sabão / O rosto os olhos e a mão / E assim será combatível!/ Não toque no rosto não/ Sem a higienização / Nem na boca e no nariz./ Passe gel no celular/ E em objeto que usar / Nos brinquedos infantis./ Nada de beijos e abraços/ Tem que aumentar os espaços/ Entre você e seu irmão./ Mais de longe conversar / E pra nos cumprimentar / Não tem aperto de mão. / Máscara comum serviria/ Pra pessoa doentia / Não contaminar ninguém? Só a N95 É/ Que cumpre com afinco/ Esta função muito bem!/ Mas o que é que a gente sente / Pra saber que está doente / Com esta “gripe perigosa”? / Fadiga recalcitrante / A febre perseverante / E tosse seca escabrosa. / Difícil respiração / Por problema no pulmão / Bem como o corpo doído. / Se diarreia e coriza vêm/ Podem ser sinais também / É bom ficar esclarecido./ Se os sinais forem chegando / É bom logo ir procurando/ Unidade de Saúde. / E se o caso confirmar / Em casa tem que ficar / Esta é a melhor atitude... / Crianças pegam o corona?/ Poucos casos vieram à tona / Mas também são vulneráveis. / Os mais de 60 é a tônica / E os que têm doença crônica / Sem condições favoráveis!/ Pois este tal de Corona/ No pulmão pega carona / Traz na mala uma infecção/ Passa pra pneumonia / Depois de muita agonia / Falência múltipla então. / Fortaleza(CE), Abril 2020/

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

O poeta Guaipuan Vieira lançou recentemente Coronavírus, O Apocalipse do Século XXI. O cordel composto de 8 páginas, com versos em redondilha maior. Confira algumas estrofes: Ao longo da caminhada/ Com bênção do Pai divino/ Vivenciei muitas pestes/ Testemunhei desatino/ Não igual esse Corona Que a alma do ser detona/ Mudando até seu destino./ Vejo o mundo em desespero/ O luto batendo à porta/ Pessoas de quarentena/ Outras velando uma morta/ É um cenário tristonho/ E esse vírus tão estranho/ U'a mensagem nos reporta./ O Covid-19/ Como foi denominado/ Nos informa que não há/ Nenhum país preparado/ Pra súbito combater/ Qualquer mal a aparecer/ Como o covid chegado./ Mas o vírus renovando/ Seu cenário ele coordena/ Vai devastando a Itália/ E muitos choram com pena/ Até me falta uma rima/ Que cativa a alta estima/ Por eu ver tristonha cena./ Já se espalhou pelo mundo/ Pandemia foi gerada/ Muitos mortos e doentes/ E mais gente infectada,/ É um pranto absoluto/ O Planeta está de luto/ Com a natureza assustada./ Foi na China que esse vírus/ Surgiu pra fazer história/ Acordar a humanidade/ Seguir nova trajetória/ Fugir da devassidão/ Ter a vida de cristão/ Como quer o Pai da glória./ A humanidade se achava/ Com arbítrio ilimitado/ Liberdade absoluta/ E o Supremo ignorado/ Como em Gomorra e Sodoma/ Do cristão somente coma/ Nos delírios do pecado./ O vírus chegou de súbito/ Sobre determinação/ De alertar a espécie humana/ Entre toda habitação/ Parasse por um momento/ E olhasse pra o firmamento/ Ver Deus, a nossa razão./ Muitas famílias de luto/ Chorando o ente querido/ No meio se encontra o justo / Tendo coração sofrido/ Devido o pranto da dor,/ Por causa do pecador/ Que ao Deus Pai não dá ouvido./ Surgiram muitas tragédias/ Na história da humanidade/ E poucos sabem entender/ A grande finalidade/ Do Supremo, essa atitude/ É de mostra finitude/ Na vida sem vaidade. (...)